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José Morcego Vampir,[2] mais conhecido como Zé Vampir, é o vampiro da Turma do Penadinho, ou o galanteador sarcástico (e não tanto cauteloso) do Cemitério.

Resultado de uma inspiração nos elegantes vampiros do cinema americano para suas vestes negras e refinadas, Zé Vampir é um vampiro hereditário, fruto de uma longa linhagem advinda dos seus antepassados ​​sanguessugas. De vez em quando vira um morcego e sai por aí assustando todo o mundo no Bairro Limoeiro, sempre ameaçando sugar o sangue de alguma vítima, mas se dá mal em todas as tentativas. É um dos grandes amigos de Penadinho (fantasma), do Lobi (lobisomem), do Muminho (múmia), do Frank (o próprio Frankenstein), e dos esqueletos: Zé Caveirinha e Cranicola, que compõe esse núcleo.

Diz possuir parentesco longo com o vizinho de tumba do Conde Drácula (na qual o próprio já foi duelado pelo Zé). Apesar de exibir como "vampiro adulto", tem aparência e tamanho semelhante a uma criança, talvez por ter sido nessa idade que suas características lendárias vieram à tona. Apareceu na primeira vez em 1965, desde então, é personagem fiel nas histórias da Turma da Mônica.

Características e traços[]

Zé Vampir com o Cranicola

Com o Cranicola; "ser ou não ser, eis o dentão".

Por ser um vampiro, tem aversão a água benta, alho, cruzes e espelhos, tudo pela qual a mitologia "vampirística" tem como leis universais para todos os indivíduos de sua espécie. Também evita estar em contato com a luz do sol, porque pode virar pó, mas sempre quando acaba por evaporar ao brilho do dia, aparece "inteiro" na próxima história. Divertido, espalhafatoso e um namorador "tedioso" para com as mulheres, ele adora assustar, passear, e acima de tudo, ama as doces mocinhas que açoitam as noites.

História[]

Zé Vampir tem trezentos anos de idade, e nasceu em Transilvânia do Sul ("perto de Varginha").[2] Como outros personagens, sua origem se perde entre inúmeras versões, sendo uma delas uma sátira de "Entrevista Com O Vampiro", onde conta a uma estudante que era uma criança normal e viva com os pais, até uma noite em que deixou seu cão de estimação (na realidade, um vampiro disfarçado) entrar em sua casa, o qual mordeu a ele a família, tornando-os vampiros.[2]

Em certas histórias, ele aparece dormindo pendurado no galho de uma árvore, como um morcego. Já em outras HQs, ele fica em um castelo assustador e dorme em um caixão.

Poderes e habilidades[]

  • Vampirismo: Além das várias vantagens mentais e físicas que os vampiros herdam, eles também têm a capacidade transformar outras pessoas em vampiro. Cada novo vampiro é tradicionalmente subserviente a quem os "transformou", mas alguns vampiros obstinados podem se rebelar contra seus mestres.
    • Sentidos aguçados: Vampiros são muitas vezes mais avançados que qualquer humano, claro que essas habilidades podem variar de pessoa para pessoa, eles possuem outros sentidos mais fortes que seus parceiros, sempre com a dedicação e treino que cada um definiu para aperfeiçoar as formas. Uma das principais maneiras pelas quais os vampiros evoluíram é:
      • Visão aguçado
      • Audição aguçada
      • Olfato aguçado
    • Imortalidade: De alguma forma, Zé Vampir é imortal, pode ser por drenar sangue dos humanos, ou próprio dom de vampiro.
    • Hipnose
    • Transformação: Zé Vampir pode se transformar em morcego a vontade.

Fraquezas[]

  • Fraqueza à exposição solar: Zé Vampir não pode entrar em contato com o Sol, caso haja contato, e ele não consiga escapar, é transformado em poeira igual ao Zé Cremadinho.
  • Alho: Vampiros não gostam de alhos.
  • Água benta

Curiosidades[]

  • Apesar de parecer um tanto exagerado, ele volta às cinzas só de olhar para uma cruz (que pode ser revertido apenas adicionando água), e anda pelo cemitério normalmente mesmo com tantas cruzes ao redor.
    • Em "Banho... Eu?!" (Cascão Nº 393 (Editora Globo), fevereiro/2002), depois que Lobi arranca um crucifixo de um túmulo para lhe assustar, Zé Vampir se questiona sobre como ele consegue conviver em um cemitério cheio de cruzes. Um "Doutor Fróide" aparece brevemente para lhe explicar que seu medo é psicológico.
  • Em algumas histórias Zé Vampir é capaz de andar na luz do sol sem sofrer nenhum tipo arranhão. Isso ocorreu em "O Calor" [5]. Apesar disso ele ainda detesta a luz do sol e reclama da luz pois prefere as trevas. Na história só parou de reclamar quando a Dona Morte lhe deu um par de óculos escuros.
  • Nos desenhos, sua voz brasileira tem sotaque europeu, parecido com francês ou romeno, para contextualizar com o próprio Conde Drácula, que mais na Transilvânia, Romênia.
  • Em "O Editor do Cemitério" (Cascão 1ª Série Nº 87 (Editora Panini), março/2014), Zé Vampir se apresenta como "Zé Vampir, da dinastia Van Pir".
  • Na história "Quem Não Tem Sangue", Zé Vampir perde os dois dentes caninos, e Penadinho diz que "vai ver que eram de leite! Agora vai nascer os permanentes" [6]. Isso reinforça a ideia de que ele recebeu suas características vampíricas quando criança. No entanto isso também pode ser um "achismo" do Penadinho.
  • Zé Vampir gosta de Rock, sendo que já foi no Rock in Ferno com Penadinho [7]
  • Em "O Duelo dos Vampiros" (Mônica Nº 86 (Editora Globo), fevereiro/1994), "Conde Drágula" chega ao cemitério e disputa com Zé Vampir para se tornar o vampiro daquele território, mas acaba sendo expulso pelo caçador "Van Relsing".
  • Na história "Novos Amigos" (escrita por Daniel HDR) do livro MSP Novos 50, dentre as sepulturas vizinhas à do Penadinho, há uma com o nome "Joseph Van Pirus" (aparentemente com os anos 1951-1959).[8] É possível que esta seja referente ao Zé Vampir, já que o nome faz um trocadilho com "vampiro".

Referências

  1. https://fb.watch/f2fgSczAhW/
  2. 2,0 2,1 2,2 2,3 2,4 2,5 Cascão Nº 227 (Ed. Globo)Entrevista com o Vampiro, Pág. 46 (quadrinho 1), Setembro de 1995 (arquivo)
  3. Cebolinha 1ª Série Nº 85 (Ed. Panini)História Pra Quixupinha Dormir, Pág. 24, Janeiro de 2014
  4. Mônica n° 366, Editora Globo, ano de 2003
  5. Almanaque da Turma do Penadinho n°9, Editora Panini, abril de 2011
  6. Almanaque da Mônica n° 77, Editora Globo, ano 2000
  7. Cascão n° 124, Editora Globo, ano de 1991
  8. Daniel HDR, "Novos Amigos" - MSP Novos 50 - Graphic MSP, pág 114 (arquivo), Editora Panini, 2011. ISBN 978-85-7351-815-3
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